Dra. alessandra novelli

Endocrinologista em Alphaville

Médica graduada em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP (Sorocaba). Residência em Clínica Médica na UNESP (Botucatu). Especialização em Endocrinologia na Santa Casa de São Paulo.

Dra. Alessandra Novelli

“Possuo Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Me mantenho sempre atualizada nos principais cursos e congressos da área, então estou por dentro das novidades e saberei a melhor e mais moderna maneira de te ajudar.

Amo minha profissão e especialidade, e, como uma boa clínica, prezo por uma anamnese bem feita e uma boa relação médico-paciente. Para isso, escuto com atenção as queixas do paciente para que
ele se sinta acolhido, e me esforço ao máximo para resolver todos os seus problemas.”

Dra. Alessandra Novelli

Quando procurar A ENDOCRINOLOGIA?

A Endocrinologia abrange todo o nosso organismo, já que os níveis adequados dos hormônios são essenciais para que tudo funcione corretamente no nosso corpo. Eles regulam desde a pele, unha e cabelos, até o metabolismo, coração, cérebro e praticamente todos os nossos órgãos. Muitas coisas que sentimos podem ser consequência da desregulação de algum hormônio, portanto devemos regularmente verificar se está tudo certo com nossa produção hormonal. Essa investigação deve ser sempre individualizada e guiada pelas queixas clínicas de cada paciente.

"Entregue sua saúde para quem realmente tem capacidade e conhecimento para cuidar dela!"

Dra. Alessandra Novelli

estatísticas

0
Cirurgias intergaláticas realizadas
0
Remoções de poeira interespacial
0
intervernções cirúrgicas de emergência

quando procurar?

DIABETES

O diabetes melitos é uma doença crônica, em que os níveis de glicose (açúcar) no sangue encontram-se elevados, o que chamamos de hiperglicemia. Tal condição geralmente não provoca sintomas, por isso o diabetes é conhecido como uma doença silenciosa e deve ser rastreado através de exames de sangue nos grupos de risco.

Obesidade

O ministério da Saúde estima que cerca da metade dos brasileiros possui sobrepeso ou obesidade, conhecida como a principal epidemia do século 21. O aumento de sua prevalência é devido principalmente ao aumento do consumo de alimentos industrializados hipercalóricos e ao sedentarismo imposto pela sociedade moderna.

Tireóide

A tireoide é uma glândula situada no pescoço que produz hormônios (T3 e T4) essenciais para o funcionamento e balanço adequado do corpo todo. Os hormônios tireoidianos influenciam quase todos os órgãos e regulam inúmeras funções do nosso corpo, como os batimentos cardíacos, pele e cabelos, pressão arterial, capacidade de concentração, cognição, entre outros. Durante a gestação, eles são de extrema importância para o desenvolvimento fetal.

Gônadas

Os ovários são os representantes do sexo feminino e os testículos, do sexo masculino. Além da sua função reprodutiva, ao produzirem óvulos e espermatozoides, as gônadas são também glândulas do sistema endócrino, responsáveis pela produção de hormônios sexuais e o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pelos, barba, distribuição da gordura corporal, entre outros).

Osso

Existem inúmeras doenças do Metabolismo Ósseo, o Endocrinologista é o médico especialista nessas doenças. Abaixo estão algumas delas:

Hipófise

Situada na base do crânio e com aproximadamente 1 cm, ela é, apesar de pequena, conhecida como a "glândula mestra" do nosso corpo, já que é responsável por produzir diversos hormônios que regulam outras glândulas do corpo (tireoide, testículos/ovários, adrenais). A hipófise também é responsável por estimular a mama na produção e liberação de leite materno, através dos hormônios prolactina e ocitocina. Produz também o GH, hormônio do crescimento, essencial na infância e adolescência.

Principais atendimentos

Indicada para o tratamento da poeira intespacial. É rápida e sem anestesia geral, permitindo que o paciente tenha alta no mesmo dia.

Cirurgia interespacial

Feita com ajuda dos robôs mais avançados das estações espaciais da NASA. É minimamente invasiva, ou seja, a recuperação do paciente no pós-operatório é mais rápida.

Cirurgia robótica

É uma das cirurgias mais tradicionais dessa especialidade. Tem alto poder de eficiência e potencial de melhoria da qualidade de vida do paciente.

Remoção dos corpos celestes

Cirurgia interespacial

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Depoimentos

“Fiz minha consulta com Dra. Alessandra via telemedicina. Era a primeira vez que usei esse meio e gostei bastante. A Dra. foi pontual, me ouviu com atenção e foi bem clara nas explicações. Gostei bastante de poder, mesmo de longe (moro no Recife) poder ser atendida por uma ótima profissional.”

R.

“Já realizei 3 consultas e já me sinto em casa, muito bem tratado e atendido. Dra. Alessandra pessoa do bem e sincera nas avaliações de cada paciente. Dá pra notar que ama o que faz e procura fazer o que há de melhor na qualidade de vida da gente. Quem precisar eu recomendo.”

P.

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O que é tireoidite de Hashimoto?

A glândula tireoide desempenha funções muito importantes para manter o bom funcionamento do organismo. Você sabia que existem vários problemas que podem afetar o seu

O diagnóstico é realizado por meio de exames de sangue, e a doença está confirmada quando são encontrados pelo menos dois dos seguintes achados:

— glicemia de jejum a partir de 126mg/dl

— hemoglobina glicada a partir de 6,5%

— curva glicêmica (teste oral de tolerância a glicose) com glicemia acima de 200mg/dl no tempo de duas horas.

Se não tratada adequadamente, essa hiperglicemia a longo prazo pode provocar diversos problemas, tais como: insuficiência renal, lesões na retina que podem causar cegueira, doenças cardiovasculares como infarto e AVC, além de lesões dos nervos, principalmente das extremidades (pés e mãos) que em casos mais graves pode levar à amputação. Sabendo disso, vê-se porque é tão importante o tratamento adequado do diabetes, a fim de evitar todas essas complicações. Os estudos mostram que o paciente que mantém uma hemoglobina glicada (exame usado no controle da doença) menor que 7% tem um risco muito menor de desenvolver tais complicações. Se o seu resultado estiver acima de 7%, você deve procurar um endocrinologista para ajustar o tratamento.

A melhor forma de prevenir os tipos de diabetes evitáveis (tipo 2 e gestacional) é ter um estilo de vida saudável, sem abusos alimentares e praticando atividade física regular. Prevenir e tratar o sobrepeso e obesidade também é importante para não sobrecarregar seu organismo ao longo dos anos. Para garantir um bom controle do diabetes e evitar suas complicações, é essencial ter o acompanhamento de um bom endocrinologista, mas só isso não é suficiente. É imprescindível o empenho e adesão do paciente às orientações do médico, atentando para a alimentação, estilo de vida e uso correto das medicações prescritas. Existem basicamente três tipos de diabetes:

Diabetes tipo 1

Início do quadro geralmente na infância ou adolescência, ocorre por uma destruição autoimune das células que produzem insulina no pâncreas e consequente queda na sua produção, levando assim ao aumento da glicose no sangue. Para esse tipo de diabetes, o uso de insulina por toda a vida é imprescindível e pode ser feito através de seringas ou canetas várias vezes ao dia, ou por bomba de infusão contínua de insulina. Nos últimos anos, novas insulinas chegaram ao mercado trazendo benefícios para os pacientes que precisam deste tipo de tratamento.

Diabetes tipo 2

Muito frequente na população atual já que é, na maioria das vezes, uma consequência da obesidade. O excesso de gordura corporal prejudica a ação da insulina, promovendo aumento progressivo da glicose no sangue, mecanismo conhecido como resistência insulínica. Em geral, no início do quadro não há deficiência de insulina, sendo possível tratar a maior parte dos pacientes com medicamentos via oral. Com a progressão da doença, em alguns casos há queda na produção de insulina pelo pâncreas, e aí pode ser necessário o uso de insulina no tratamento. Hoje em dia existem muitos remédios novos considerados “revolucionários”, já que alguns deles além de reduzir a glicemia, diminuem o risco das complicações da doença. 

Diabetes gestacional

Definido por elevação da glicemia a partir do segundo trimestre de gravidez, em mulher que não possuía diabetes antes de engravidar.

O diagnóstico é feito quando houver:
glicemia de jejum acima de 92 ou glicemia acima de 180 na primeira hora da curva glicêmica (o exame deve ser realizado em todas as mulheres com tempo de gestação entre 24 a 28 semanas). Seus principais fatores de risco são: ganho excessivo de peso na gravidez, obesidade, gestação múltipla, idade materna avançada e síndrome dos ovários policísticos. É importante combater a hiperglicemia materna para evitar complicações potencialmente graves no bebê, como más-formações, óbito fetal, macrossomia (bebê com peso excessivo), parto prematuro… A maior parte das pacientes consegue normalizar os níveis de glicose somente com dieta, mas em alguns casos tal medida não é suficiente e pode ser necessário o uso de insulina.

Para avaliarmos se uma pessoa está acima do peso, usamos o IMC (índice de massa corporal), calculado pela divisão do peso pela altura ao quadrado.

IMC= P/altura²


Interpretação do resultado:
– 18,5 e 24,9 => peso normal
– 25 a 29,9 => sobrepeso
– 30 a 34,9 => obesidade grau 1
– 35 a 39,9 => obesidade grau 2
– Acima de 40 => obesidade grau 3 (obesidade mórbida)

Na grande maioria dos casos é causada por estilo de vida inadequado com abusos de alimentos hipercalóricos e sedentarismo. Raramente pode ser causada por distúrbio hormonal, que deve ser investigado em pacientes que ganharam peso muito rapidamente, quando apresentam alguns sinais ao exame físico (estrias roxas, rosto arredondado, hematomas…) ou naqueles com muita dificuldade para perder peso apesar de ter melhorado seu estilo de vida. O grande problema da obesidade são as doenças que ela pode provocar, como: diabetes, hipertensão, colesterol alto, apneia do sono, infarto, alguns tipos de câncer, entre outros.

A tireoide é uma glândula situada no pescoço que produz hormônios (T3 e T4) essenciais para o funcionamento e balanço adequado do corpo todo. Os hormônios tireoidianos influenciam quase todos os órgãos e regulam inúmeras funções do nosso corpo, como os batimentos cardíacos, pele e cabelos, presão arterial, capacidade de concentração, cognição, entre outras. Durante a
gestação, eles são de extrema importância para o desenvolvimento fetal.

Hipotireoidismo

Definido pela deficiência dos hormônios tireoidianos, sendo em 95% dos casos uma consequência da destruição autoimune da tireoide (Tireoidite de Hashimoto). É uma doença muito comum, encontrada em 2% da população. Acomete oito vezes mais mulheres do que homens. Vários sintomas podem estar presentes, tais como: sonolência excessiva, pele seca, cabelos e unhas fracos,
intolerância ao frio, constipação intestinal, dificuldade para perder peso, entre outros. O diagnóstico é feito por exame de sangue, em que o TSH está elevado e o T4 livre está baixo. Felizmente é uma doença que apesar de não ter cura, é facilmente tratável, com a ingestão de um comprimido pela manhã todos os dias (Levotiroxina).

Hipertireoidismo

Doença caracterizada pelo excesso dos hormônios tireoidianos, provocada por doença autoimune
(doença de Graves), nódulo tireoidiano ou inflamação aguda da tireoide. Os sintomas mais típicos são emagrecimentos, taquicardia, sudorese e calor excessivo, irritabilidade, insônia, diarreia e aumento da tireoide. No exame de sangue para diagnóstico, é visto o TSH muito baixo e o T4 livre elevado. Existem três opções de tratamento: medicamento, radioiodoterapia ou cirurgia.

Nódulos de tireoide

Os nódulos tireoidianos são muito comuns na população e podem aparecer em qualquer faixa etária. Geralmente são achados do exame de ultrassom da tireoide, pois não costumam dar nenhum sintoma. Os nódulos muito grandes (>3 cm) podem causar engasgos, falta de ar ou dificuldade para engolir. O ultrassom já sugere se o nódulo é benigno ou maligno, mas em algumas situações é necessário solicitar uma PAAF (punção aspirativa com agulha) para definir se o nódulo é benigno ou maligno.

Nódulos benignos: têm evolução benigna durante toda a vida, alguns muito pequenos podem até desaparecer, mas, em geral, o nódulo permanece por toda a vida, sem causar nenhuma repercussão, portanto, não devem gerar preocupação. É importante fazer seguimento semestral ou anual com ultrassom. Não necessitam de nenhum tipo de tratamento.

Nódulos malignos (Câncer de tireoide): esse câncer é facilmente tratável e quase sempre tem boa evolução, sendo raramente agressivo. O tratamento é feito com cirurgia (retirada da tireoide), reposição do hormônio tireoidiano e em alguns casos pode ser necessário o uso de iodo radioativo, que também é um tratamento simples e não costuma causar nenhum efeito colateral.

Nas mulheres os hormônios produzidos são principalmente o estrogênio e a progesterona e nos homens a testosterona. Existem doenças que podem acarretar disfunções sexuais em qualquer fase da vida e a causa pode estar localizada nas próprias gônadas ou em outras glândulas que afetam diretamente o funcionamento das mesmas. Alguns exemplos são a menopausa, hipogonadismo masculino, síndrome dos ovários policísticos, ginecomastia (aumento de mamas em homens), puberdade precoce ou atrasada, dentre outras. É o médico endocrinologista quem faz a investigação das alterações dos hormônios sexuais e prescreve reposição dos mesmos quando necessário.

OSTEOPOROSE
É uma doença provocada pela redução da massa óssea, o que deixa o osso mais frágil e vulnerável a fratura de fragilidade (fratura que ocorre espontaneamente ou com trauma mínimo, exemplo: queda da própria altura).
Acomete principalmente mulheres na menopausa, já que nesse período ocorre uma redução do estrógeno, que é responsável por auxiliar a formação óssea e reduzir sua perda. Menos comumente, mulheres mais jovens e homens também podem apresentar a doença.

O diagnóstico é feito pelo exame de densitometria óssea e deve-se avaliar o T- escore para mulheres e homens acima de 50 anos ou mulheres na menopausa.
T- escore: -2,5 ou menos: diagnóstico de osteoporose
T- escore entre -1,0 e -2,4: osteopenia
T – escore maior que -1,0: normal

Não há nenhum sintoma associado à doença, não há dor óssea nem articular (a não ser em casos de fraturas), por isso é importante fazer o rastreio com densitometria óssea nos pacientes com fatores de risco (mulheres acima dos 65 anos, homens acima dos 75 anos, histórico familiar de osteoporose, fraturas de fragilidade em pacientes jovens). A densitometria óssea serve para diagnóstico e acompanhamento evolutivo, já que permite estimar o ganho de massa óssea durante o tratamento. O tratamento inicial é garantir a ingesta adequada de cálcio (pela alimentação ou suplemento) e vitamina D. Após isso, outros medicamentos podem ser prescritos. Eles reduzem a reabsorção óssea, garantindo um aumento da sua massa e reduzindo o risco de fraturas. Existem também outras medicações mais modernas disponíveis, indicadas para casos específicos.

HIPERPARATIREOIDISMO

A regulação do cálcio no sangue é feita pelo hormônio PTH, que é produzido nas quatro glândulas paratireoides, localizadas atras da tireoide. Este hormônio atua em vários órgãos: rim, osso e intestino e tem como principais funções, regular a reabsorção de cálcio, regular a excreção de fósforo renal e transformar a vitamina D inativa em substância ativa. Em condições normais, o PTH é essencial para garantir um osso forte e manter os níveis de cálcio e fósforo no sangue, normais. Quando a vitamina D está muito baixa, ocorre um aumento da produção de PTH para tentar compensar sua falta, levando ao hiperparatireoidismo secundário, condição em que o PTH está um pouco elevado, mas os níveis de cálcio no sangue estão normais. Porém, existe uma doença chamada hiperparatireoidismo primário em que uma ou mais paratireoides passam a produzir PTH em excesso sem que houvesse tal necessidade, levando a um enfraquecimento do osso por falta de cálcio – osteoporose e consequentes fraturas – e ao aumento do cálcio no sangue, o que pode provocar pedras nos rins, hipertensão, arritmia, entre outros. O tratamento é cirúrgico na maioria das vezes, realizado por um cirurgião de cabeça e pescoço, para retirar a(s) paratireoide(s) acometida(s) por hiperplasia ou adenoma (tumor benigno). Muito raramente a causa do hiperparatireoidismo é um câncer.

A falta ou excesso de um, ou mais desses hormônios provoca diversas doenças que podem passar despercebidas por um médico que não seja endocrinologista, tais como Doença de Cushing, Prolactinoma, Acromegalia, Baixa Estatura, Diabetes Insípidos, Insuficiência Adrenal, Hipotireoidismo Secundário, entre outras. O tratamento pode ser medicamentoso (reposição dos hormônios deficientes ou redução dos níveis elevados de alguns deles) ou cirúrgico (remover o nódulo da hipófise que está promovendo aumento da produção de um ou mais hormônios).